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Mostrando postagens com o rótulo devaneios

Especial #01: O Centenário de Ary Barroso

100 anos ao som do samba O centenário de Ary Barroso foi celebrado em 2003.  Autor de aproximadamente 320 canções, dentre elas a famosa “Aquarela do Brasil” e de 60 peças para musicais, o compositor Ary Barroso, um mineiro de Ubá, estaria completando 100 anos em novembro de 2003, se estivesse vivo. Ao perder os pais aos sete anos, foi criado por uma avó e uma tia. A partir deste momento, Ary ingressou no mundo da música, executando, em piano, temas dos filmes mudos que passavam no cinema da cidade.  Sua primeira musica gravada foi “Vou à Penha”, interpretada por Mário Reis, colega da faculdade de direito, que Ary não chegou a concluir. Assim, inúmeras de suas canções passaram a ser interpretadas e regravadas por vários artista da MPB. Carmem Miranda foi, naquele momento, a principal divulgadora de sua obra, transformando em clássicos peças como “No tabuleiro da baiana”, “Quando eu penso na Bahia”, “Na Baixa dos Sapateiros”, e por aí vai... Atualmente, Ary ainda é regravado. Ro...

Análise fílmica #01 - Pecado Original

Análise fílmica #01 - Pecado Original  Filme Pecado Original (Original Sin) Sinopse Julia Russel é capaz de levar um homem a experimentar uma paixão como ele nunca teve em sua vida. Ele fará qualquer coisa para ficar perto dela. Quando Luis casa-se com Julia, ele acha que sua vida está completa. Mas as pessoas nem sempre são o que aparentam ser, e a vida de Luis começa a se complicar.  Quando Julia desaparece com seu dinheiro, Luis é forçado a investigar o passado de sua amada – um passado que parecia não existir – e descobre que a mulher que ele ama é acusada de um brutal assassinato.  Desejo e amor transformam-se em ódio e vingança, e Luis sai em busca de sua mulher, mas será que ele é capaz de participar de seu jogo mortal? Ou de fugir do amor? Análise Sobre o amor já dizia Aristóteles: é tudo o que faz variar os juízos, e de que se seguem sofrimento e dor, um elemento do ser humano natural. Platão acreditava que o amor é mais rigoroso em aparência, que precisa reconhe...

Crônica #4 - O Ecologista Solitário

O ecologista solitário "Quando eu levanto da minha cama, Peço licença à Mãe TERRA e ao meu PAI verdadeiro Para começar o meu dia. Os ANJOS choram no céu Choram muita pureza De ver tanta destruição com a Mãe Natureza ELA É A NOSSA VIDA" (Oração do Batistão para a Mãe Natureza – João Batista) Filho de índios pataxós, João batista, 50, herdou dos ancestrais o cuidado com a natureza. Sua preocupação com o meio ambiente tornou-se mais presente quando enfrentou pescadores, turistas e até políticos, na preservação das praias, do mangue e, principalmente, das tartarugas marinhas. Morando com a esposa, Maria, uma filha e uma neta, Batista construiu uma casa de madeira e palha em Piracanga, na península de Maraú, 6km de uma bela caminhada saindo de Itacaré. Uma vista privilegiada: manguezal, rio e praia, que torna o luxo supérfluo. “Morando em um lugar desse, com o que mais preciso me preocupar?”, indaga, com sorriso e simpatia. Mas suas próprias ações respondem à pergunta. Batista faz...

Crônica #03 - Um homem chamado Sorriso

Um homem chamado Sorriso  -  E aí, Sorriso?! - Ô, meu amigo! - Tudo beleza? - Tudo beleza! Vai querer essa geladinha? Qualquer pessoa (entre baianos e turistas) que chega à praia do Porto da Barra, é logo atendida por Sorriso, um simpático barraqueiro, magro e alto, de pele morena queimada de sol, cabelos grisalhos, que parece sempre estar feliz da vida. Vestindo bermuda, pés descalços em atrito com a areia quente, camisa de botões e manga curta sempre aberta, um boné e protetor labial para resistir a mais um dia na praia, fazendo o que faz de melhor: atender os clientes. Este paraibano de 54 anos, solteiro, mas com dois filhos, saiu da sua cidade natal para tentar a vida em um estado mais abaixo de onde nasceu, como faz boa parte dos nordestinos. Chegou ao Rio de Janeiro e trabalhou como garçom, mas em 1989 decidiu subir um pouco mais no mapa e chegou a Salvador. E há 16 anos trabalha no mesmo local, de domingo a domingo, das oito da manhã às oito da noite. “Mas tenho folga s...

Crônica #02 - Tecnolo... hein?

Tecnolo... hein? Na boa, eu sempre me garanti quando o assunto era tecnologia. As facilidades que temos para melhorar o mundo (na bem da verdade, nos tornar mais preguiçosos…). Só que há uma coisa que me tira do sério. Minto. Muitas coisas me tiram do serio. Inclusive banco. Agência, caixas, os 24hs, talões de cheque (isso nem tenho, vai que esqueço como se escreve 60? – sim, coloquei em numeral porque fiquei com medo de errar…), saldos, conta corrente, enfim. Mas isso um dia teria que mudar. E parece que ele está se aproximando… Ao ser contratado para um estágio em uma rádio, tive que abrir uma conta num banco. Sim. Eu nem conta tinha. Passado o stress ao lado da gerente, lá estava eu, radiante, com meu ingresso ao mundo do dinheiro. Ainda conversando com a ‘moça do balcão’, perguntei sobre minha fortuna que seria depositada mensalmente. Segundo ela, ‘a princípio teria que, todo mês, ir à agência para sacar com ela até que meu cartão chegasse em minha casa’. Então, para que minha cont...

Crônica #01 - Proverbiando...

Proverbiando... Belo início de madrugada, e eu aqui, na Internet, prestes a escrever, acredito eu, uma das coisas mais batidas. Deve ser por causa do que está acontecendo: ócio criativo! Assim eu posso resumir o motivo de tamanha falta de inspiração! Não estou conseguindo pensar em nada. Só para ter idéia da "qualidade" do meu raciocínio, a única coisa que vem à minha mente é o tão – batido – provérbio! Posso até estar fazendo uma "tempestade num copo d'água", mas como dizem por aí, "água mole, pedra dura, tanto bate, até que fura"! Mas no meu caso, deveria ser "tanto bate até que acaba a água"! Pois é. Usei dois provérbios que têm a água como protagonista… Em apenas dois períodos. Realmente estou muito inspirado hoje. "Provérbio - s.m. (lat. Proverbiu) - Máxima expressa em poucas palavras e que se tornou popular. Anexim (hein?), rifão (como?). Pequena comédia, cujo entrecho é o desenvolvimento de um provérbio". Certo. Taí o signifi...

Estranho...

Estranho... Dizem que quando estamos ociosos nos tornamos vulneráveis. Discordo totalmente. Eu me torno mais criativo. A cabeça não para nem por um segundo. Isso é que me assusta. Porque lembro de tanta coisa, lembro também de todos os planos... Vejo as pessoas, amigos ou conhecidos, e recordo... Sinceramente, nem bem sei direito o que acontece pra me fazer escrever sobre isso. Nem inspirado, ou nostálgico, ou saudosista estou. Acho que foi pelas cartas antigas que reli hoje. Pelas pessoas antigas que revi hoje. Pela vontade de ter, novamente, aquela vida normal.

Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas

Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas Retirado daqui ! The Lost Canvas versão anime foi produzida e lançada no ano de 2009, inspirado no mangá original de mesmo nome que deu início a toda a história do anime e mangá. O Anime conta a história de Tenma, o antigo Cavaleiro de Pegáso, assim como Alone que é hospedeiro de Hades na época e Sasha, a reencarnação de Athena. Todos que desde pequenos cresceram juntos em um orfanato. Apartir daí ocorre o crescimento dos personagens, Tenma adquire sua armadura de Pégaso numa luta no Coliseu (igual a luta de Seiya quando jovem), Hades se apossa do corpo de Alone, e Sasha assume seu papel como Athena. A partir desses acontecimentos o anime desenrola sua história, parecido com o enredo de Seiya. Em The Lost Canvas, O Anime, foi utilizado a nova tecnologia Blu-Ray (2009), DVDs esses em alta qualidade de som e imagem, utilizando configuração FullHD, com resolução de imagem de 1080p. Como previsão inicial o anime deve lançar em média 13 episódios...

Beijo...

Beijo... Depois de muito tempo eu voltei a sonhar com o amor. Tudo bem que a pessoa que eu amava era uma famosa aí [sempre paguei pau por ela! Gisele Itié, confessei...], mas o que valeu foi o sentimento. Sinceramente, a melhor parte mesmo foi o beijo. Eu tinha, no meu finado blog, escrito coisas sobre o beijo. A aproximação, a respiração, você sente o cheiro do outro, aquele hálito, pernas tremendo, choques, excitação, a boca na boca... Beijo com paixão é único. Não desmerecendo as outras formas de beijar, longe de mim, mas o beijo apaixonado, com amor, que mescla todas as sensações, eróticas ou amorosas, é imbatível. Por isso volto a postar a série sobre beijos. Dos mais variados. Tem um que não sai da minha cabeça desde quando eu tinha, sei lá, nove anos. No desenho A Pequena Sereia, da Disney, tem a cena em que Ariel e Eric estão passeando de barco numa lagoa, e os amigos da princesa do mar resolvem investir pra que Eric a beije e ela possa voltar a falar. Sei lá, é tudo tão mág...

Toca, DJ!

Toca, DJ! Hoje eu resolvi abrir as portas do meu jukebox (posso dizer isso, né?) e apresentar o que escuto, para cada uma das situações. Bom, como sabem, sou escritor e vou começar falando do que me estiluma: se for pra escrever a Gata Negra, o ideal é uma música eletrônica, daquelas bem tecnêra mesmo (Infected Mushroom ou Kinky), pra explodir de tanta adrenalina correndo por meu corpo (mas pode ser um rock - Alice in Chains - ou até mesmo um pouco de jazz - Norah Johnes). Pra Elektra, canções orientais (músicas de filmes como O Tigre e o Dragão, Memórias de uma Gueixa, O Clã das Adagas Voadoras...) e para Psylocke, geralmente um pop (como Pearl Jam e Seal). Para escrever Gatas & Gambás, música de sofrimento, geralmente aquelas baladinhas românticas (destaque para Pancho's Lament, Juanes e Diego Torres). Se for algo profissional,Ozomatle ou pop norte-americano (o que vier é lucro). Para descansar, viajar, fumar charuto, tomar uma... quando sozinho, curtindo o meu momento: mi...

Mudanças...

Mudanças... Esses dias eu li em algum lugar que os meses de setembro/outubro são propícios de mudanças. Sejam elas impostas ou voluntárias [mudança no sentido amplo da palavra]. É o momento de repensar, reorganizar, reprogramar, e uma infinidade de “re”. Chega realmente um momento em que você precisa deixar o vivido pra trás, ignorando aqueles sentimentos mesquinhos de que “é meu, não fico sem”, para alçar novos horizontes. A gramática não está diferente? Bom, todos sabem que eu não acredito em mudanças, e sim, no aprendizado. Por isso aprendi uma coisa muito simples: colocar tudo numa caldeira e pronto. O meu universo, meu mundo, meu infinito. Minha cabeça. Decidi facilitar a minha vida unindo todo o que tenho na internet, desde blog até podcast. Talvez pensei em fazer um atalho para o ingresso à minh’alma. [poético, sei]. Sei que é difícil se desligar de coisas que o acompanharam por anos para iniciar um novo projeto/plano, mas se algo tem que acontecer, é melhor que a gente mesmo ...