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Especial #01: O Centenário de Ary Barroso

100 anos ao som do samba O centenário de Ary Barroso foi celebrado em 2003.  Autor de aproximadamente 320 canções, dentre elas a famosa “Aquarela do Brasil” e de 60 peças para musicais, o compositor Ary Barroso, um mineiro de Ubá, estaria completando 100 anos em novembro de 2003, se estivesse vivo. Ao perder os pais aos sete anos, foi criado por uma avó e uma tia. A partir deste momento, Ary ingressou no mundo da música, executando, em piano, temas dos filmes mudos que passavam no cinema da cidade.  Sua primeira musica gravada foi “Vou à Penha”, interpretada por Mário Reis, colega da faculdade de direito, que Ary não chegou a concluir. Assim, inúmeras de suas canções passaram a ser interpretadas e regravadas por vários artista da MPB. Carmem Miranda foi, naquele momento, a principal divulgadora de sua obra, transformando em clássicos peças como “No tabuleiro da baiana”, “Quando eu penso na Bahia”, “Na Baixa dos Sapateiros”, e por aí vai... Atualmente, Ary ainda é regravado. Ro...

Gata Negra #27: O que há de novo, gatinha?

Gata Negra #27: O que há de novo, gatinha? A Gata Negra precisa roubar o Museu da SJA, mas para concluir o assalto, precisa se livrar de alguns problemas, inclusive, enfrentar a Mulher-Falcão e Sideral. Se Felicia não sair com o Cinturão, sua vida correrá sérios perigos.    Mansão Dodds – Museu da Sociedade da Justiça América “Tenho que concordar quando Michelle me falou que a segurança estava precária. Os alarmes não são páreos para a minha astúcia... Nossa, gatinha! Isso soou boçal…”   No Museu que parecia semiabandonado, Felicia não encontrou grandes problemas para entrar e muito menos para chegar à Sala da Miscelânea, onde está exposta a peça-alvo.    As lentes iluminam o caminho, já que a claridade no ambiente não é das melhores. Todos sabem que a Mansão Dodds ficou muito debilitada depois de um poderoso confronto entre dois grupos. Na luta entre o Bem e o Mal venceu a tragédia. Integrantes da SJA em estado grave, patrimônio danificado. Insegurança. Ab...

Gata Negra #26: Dejà vú

Gata Negra #26: Dejà vú Felicia Hardy viaja para o local onde seu pai realizou o último roubo, quando foi preso e deportado para os Estados Unidos. Como a Gata Negra vai reagir às lembranças?    Central Parque, 3:45pm A tarde parecia ser uma daquelas de lembranças. Algo do tipo “ver sua vida passar como um flashback”, não apenas em pensamentos. E sim, daquela maneira única, quando nos vemos fazendo algo.    Naquela tarde, no Central Parque, era o que acontecia com Felicia. Ali, sentada, olhando a exposição de um conhecido artista plástico, ela se via, ainda criança, se despedindo do pai que, segundo ele, estaria viajando a negócios.    “Ele mentiu para mim…”   Sua mãe, Lydia, era cúmplice de toda enganação. Sabia que sua grande fortuna era proveniente de atos ilícitos. Walter Hardy era um famoso ladrão. Não existia peça, quadro, nada, que ele não pudesse roubar.    “Ele… mentiu… uma vida inteira…”   Até que, finalmente, foi pre...

Ganbatte #03

Ganbatte #03 Personagens: Masako Ikeda Masako Ikeda O avô de Yuri tem 92 anos e guarda um valioso segredo: ele é um dos descendentes diretos do primeiro imperador japonês, Jinmu-tennō. Junto a outros samurais, ele protege nosso mundo. Quando tem ciência de que o fim está próximo, o velho samurai resolve passar todo seu conhecimento para o neto. *** Uma proposta de mangá finalmente sendo produzida! Ganbatte (“boa sorte”, em japonês), apresenta a história de guardiões da Terra que precisam nos proteger das grandes ameaças do mundo paralelo. Será que o jovem aprendiz será capaz de deter os mais poderosos deuses do Japão? Maaas não se preocupe, você vai conhecer um pouco mais dessa história aqui no CaldeiraMundi – semanalmente vai ter um aperitivo 😉 Roteiro:  Pedro Caldeira  | Arte:  Mario Sam  ( @mariosam_art ) 

Gata Negra #25: Objetivo Comum

Gata Negra #25: Objetivo Comum Depois de um confronto com o Homem-Aranha, Felicia Hardy decide descobrir quem está por trás da produção do soro que afetou Flash Thompson. Ela está prestes a descobrir que as coisas não são tão simples assim...  Bairro qualquer, fim de tarde   Poucos dias tinham se passado desde que Felicia e Peter se enfrentaram pelas ruas de Nova York. Durante este período, ela ficou em casa, repousando. Por ter recebido poderes sobre-humanos, sua recuperação era mais rápida, mas isso não impediu de que os hematomas no rosto sumissem por completo. O mesmo com seu nariz. Ombro. Abdome.    Nesse meio tempo, Felicia não arriscou olhas através da janela. Comia comprando por telefone e recebendo no novo e atual apartamento em um bairro industrial. Sentia saudade do luxo, da sua mansão, dos seus mimos. Ela também não sabia o que estava acontecendo no mundo; não via TV nem lia jornais. Medo. Era isso o que sentia ao imaginar o que era publicado ou tran...